segunda-feira, 4 de julho de 2011

Emília

           Emília é um ser crítico, questiona tudo o que vê, não tem travas na língua, é super sincera e não guarda para si as observações que faz. A personagem diz tudo o que muitos brasileiros gostariam de dizer e não tem coragem. Preocupa-se com as questões ecológicas, políticas, etc. É curiosa e busca as respostas, não importa o que seja preciso para encontrá-las, gosta de arriscar-se, de adrenalina.
            A boneca de pano, nunca sussega, está sempre procurando novas aventuras, fala demais, dizem ser efeito da pílula falante do Doutor Caramujo, é agitada, não suporta injustiças e não é difícil deixá-la nervosa, basta ser contrariada.
            É muito esperta e geniosa, não tem problemas com sua condição de boneca, conta sua história com naturalidade, sabe como foi criada e como tornou-se uma boneca falante e travessa.
            Tem boa mémoria e lembra de todas as histórias que se passaram no Sítio do Pica Pau Amarelo, faz uma boa parceria com sua dona Narizinho e Pedrinho que eventualmente aparece no sítio.
            Acredito que muitas crianças identificam-se com Emília, que apesar de ter sido criada há tempo é super atual, tem ideias criativas e trata de assuntos importantes com muito humor. A linguagem que utiliza e seu “jeito emiliano de ser” agrada todas as idades, que se divertem com as aventuras de Emília, que na maioria das vezes reinvindica algo.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Alimentação

Durante as aulas de alimentação discutimos os nossos hábitos, elaboramos um cardápio saudável comparando com um cardápio irregular. Em grupo, montamos uma pirâmide alimentar com recortes para ser exposta na sala e auxiliar nas atividades. Para encerrar as aulas, fizemos uma salada de frutas, as crianças participaram lavando e descascando as frutas, a atividade teve a participação de todos e foi um sucesso.








sexta-feira, 10 de junho de 2011

Poema do Educador

Sala -de -aula, o quadro, o giz e as lembranças dos rostos e mentes que por ali passam e passaram...Educar sem dor, educar pelo prazer de transmitir o que aprendeu, educar sem dor, educar pelo prazer de estar com quem vai crescer e escolher seu destino...
Será utopia, será fantasia, gostar de ensinar e de aprender? Será devaneio, nos dias de hoje, querer repartir conhecimentos e, assim, de certa forma, alcançar a imortalidade?
Será que nossa tarefa de nada mais vale perante o saber do computador, será que nossos jovens não querem mais receber valores e a ética da vida, porque a esperteza e o poder estão nas ruas, estão nas esquinas sombrias?
Hoje, pais e filhos se desencontram e reclamam que a escola não os ajuda neste reencontrar. Hoje, pais e mestres dificilmente se aliam e, assim, fazem nascer mais um conflito em um mundo tão conflitante...
O que fazer para educar sem dor? Que novos caminhos devemos seguir, porque somos mestres e os mestres andam e procuram sempre.
O que fazer para educar sem dor? Que novo olhar devemos ter, porque somos mestres e a cegueira não pode ser nossa companheira, a missão falharia sem o saber, sem o desejo de conhecer.
Em um mundo repleto de questionamentos, talvez só nos reste, educadores que somos, aprender de novo o que é ensinar, sendo autênticos perante os mistérios desta era, tentando conhecer este aluno novo, que não recebe incentivo da vida para ser, apenas para ter.
Ser educa-dor é, talvez, ser útil de um novo jeito, é estar preparado para responder, antes da informação, qualquer pergunta que ensine crianças e jovens a serem mais humanos, pois de nada vale o saber se eu não aprender como usá-lo para o bem.
Ser educa-dor, hoje, talvez seja abandonar o plano de aula, se a realidade do sentimento estiver latente nas carteiras, é cuidar primeiro, é dar espaço, é ouvir para depois ensinar.
De repente, não é mais possível educar sem dor, sem ter que lidar com muitos obstáculos, mas é esta a nossa missão e ela já mora ao lado da coragem há muito tempo. Sempre foi assim o nosso caminhar...
De repente, está faltando uma aliança com o afeto, com a cumplicidade, com a troca e com a fé. E, neste momento, só o homem é capaz de interagir, superando a máquina, o livro e a corrupção.
Hoje, o papel do mestre é muito mais importante que antes. A sua presença é ainda mais necessária, porque "eles", crianças e jovens, nos chegam já descrentes da humanidade e de seus próprios direitos de viver com dignidade...
Sala -de -aula, o quadro, o giz e as lembranças dos rostos e mentes que por ali passam e passaram. A estrada ficou mais difícil e mais do que nunca o educador é um eterno aprendiz!

Elisabeth Salgado

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Agradeço aos pais e responsáveis que colaboraram com o blog permitindo a divulgação das imagens. Estão convidados a acompanhar nossas atividades, com críticas, dúvidas e sugestões.
Sua opinião é muito importante, visite-nos!

Leitura

Estamos iniciando algumas atividades de leitura no 1º ano, utilizando poemas, versos, fábulas...A escola começa a desenvolver um projeto com histórias de Monteiro Lobato. Para o primeiro contato, cada criança escolheu um livro de histórias, observando as imagens para contar aos colegas, em seguida eles trocaram os livros e juntos escolhemos algumas histórias para discutir. A atvidade foi relizada ao som de "Sítio do Pica Pau Amarelo"













segunda-feira, 16 de maio de 2011

O Bairro

Aulas de geografia com o 1º ano - E.E.B. Carlos da Costa Pereira

Após uma discussão sobre o que é um bairro, listamos o que podemos encontrar no bairro, as crianças citaram:
- casas;
- escola;
- igreja;
- mercado;
- padaria
- placas;
- praça;
- ruas.

Fizemos um levantamento de quantos bairros conhecemos, descobrimos que na turma temos crianças vindas dos seguntes bairros:
- Acaraí;
- Água Branca;
- Rocio Grande.

Atividade 1: Cada criança desenhou seu bairro para apresentar a turma.




Atividade 2: Em um único grupo, a turma construiiu o seu próprio bairro, nomeado como Bairro CCP.
O trabalho em equipe superou as espectativas, sendo que a turma trabalhou de forma organizada, dividindo as funções, todos participaram e a atividade foi realizada com sucesso.

Prof. Mariel

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O computador irá substituir o professor?

Curso Introdução a Educação Digital - NTE, profª Fábia
A tecnologia veio para facilitar e ampliar as possibilidades na busca de informações, é possível aprender em frente ao computador, porém, o professor é insubstituível. Para aprender sozinho, é preciso ter muita disciplina, dedicação e disponibilidade para coletar dados. O computador é uma ferramenta de auxílio e não um substituto. O professor instiga, indica as direções, o caminho a ser seguido para a eficiência nos estudos.
Portanto, acredito que, a tecnologia deve ser utilizada em prol da educação, porém, com o orientação de um professor para que seja bem aproveitada.
Há professores e professores, os atualizados sempre terão seu espaço, mas, é claro que os professauros já sentem-se perdidos e ainda criticam a educação vanguardista. É preciso atualizar-se, acompanhando as evoluções tecnológicas, para que as novas ferramentas sejam usadas a favor do professor e não sejam vistas como vilões.